Confira a Mostra com obras do artista Farnese de Andrade

A exposição acontece na galeria Hacibe Hanum, no recém-inaugurado Instituto Leo Romano, Setor Sul, em Goiânia

Está aberta para a visitação do público, em Goiânia, a mostra com obras do pintor, escultor e ilustrador Farnese de Andrade (1926-1996). A exposição, que vai até o dia 4 maio, ocorre na Galeria de Arte Hacibe Hanum, no Instituto Leo Romano, Setor Sul. O horário de visitação é das 14h às 18h, de segunda à sexta e a entrada é gratuita.

O conjunto de obras reúne 16 trabalhos do artista que fazem parte do acervo do colecionador goiano Sebastião Aires de Abreu. A curadoria da exposição é da artista plástica Iêda Jardim, que escolheu os enigmáticos oratórios de Farnese das décadas de 60 e 70.

Vida e Obra de Farnese

Farnese de Andrade nasceu em Araguari (MG) e foi um artista livre de rótulos. Sua vida e seu trabalho se entrelaçaram, isso porque suas obras têm muito a ver com a sua vida e personalidade: Farnese era considerado um artista transgressor, de personalidade difícil e solitário. Além disso, revelou em suas obras memórias da infância e da vida em família.

Em 1942, mudou-se para Belo Horizonte, onde estudou desenho com Alberto da Veiga Guignard – pintor e professor brasileiro famoso por retratar paisagens mineiras –, na Escola do Parque. No fim da década de 40, Farnese se mudou para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como ilustrador e começou a expor seus desenhos.

A partir de 1964, o artista passou a criar objetos ou assemblages (termo em francês usado para definir colagens com objetos tridimensionais) que marcaram sua carreira. Para criá-los, Farnese recolhia objetos nas praias, ruas e nos antiquários, acumulava-os em sua casa-ateliê, e trabalhava lentamente em cada peça.

Farnese trabalhava objetos com significados obscuros e, por isso, suas obras possuem uma aura mágica e enigmática que, a princípio, pode causar espanto. Como o próprio artista chegou a dizer “em arte, não existem regras ou dogmas definidos”, o que deixou transparecer em seus trabalhos, tornando sua obra singular e fortemente autoral.

Mostra Farnese de Andrade

Onde: Galeria de Arte Hacibe Hanum, Rua 131, Setor Sul, Goiânia

Quando: 27 de Março à 4 de maio, das 14h às 18h.

Entrada franca

Infinito particular de Oscar Oiwa

O arquiteto e artista Oscar Oiwa expõe sua obra na Japan House, em São Paulo

O mundo particular e fantástico de Oscar Oiwa – que mais parecem imitações surrealistas dos jardins japoneses – pode receber visitação a partir da próxima terça-feira (3) na Japan House, em São Paulo. O artista brasileiro de descendência japonesa expõe três telas: The Dream of the Sleeping World (2009), After Midnight (2010) e Invisible Sea (2010) e também a instalação Paraíso, feita dentro de um balão inflável em material vinilico com um desenho em 360 graus de uma paisagem projetada.

Oscar Oiwa é arquiteto, formado pela Universidade de São Paulo (USP), dedicado às artes. Possui obras em importantes acervos como do The National Museum of Modern Art, Museum of Contemporary Art, ambos de Tóquio, o Phoenix Museum of Art, o Prince Albert II of Monaco Foundation, entre outros. Oiwa se mudou para Tóquio, nos anos 1990, onde viveu por 11 anos.

A exposição Oscar Oiwa no Paraíso – Desenhando o Efêmero é um pouco do Japão no Brasil. Os visitantes são convidados a tirar os sapatos e caminhar no meio de suas obras e instalações artísticas – para que os visitantes virem parte do desenho. Segundo o artista, o projeto visa tirar as pessoas do meio das metrópoles para que elas se desliguem do excesso de informações que recebem nas ruas e façam parte de sua obra.

Oscar Oiwa no Paraíso – Desenhando o Efêmero
Onde: Japan House – Avenida Paulista, 52 (Piso Térreo)
Quando: 03 de abril – das 11h, às 13h e às 19h
Vagas limitadas.
As senhas estarão disponíveis para retirada na recepção uma hora antes de cada sessão.

Qual lobo vive em você?

A exposição Revele Seu Lobo, idealizado por Meire Santos, é um projeto social escolhido para comemorar os 33 anos de carreira da designer

Para algumas tribos indígenas, o lobo é um animal especial: poderoso símbolo espiritual. Segundo a lenda, são professores “descobridores de trilhas”. No centro do Brasil uma espécie de lobo possui um símbolo ainda mais relevante: representa o bioma cerrado.

O Blog AZ relembra que o lobo guará é o tema da exposição que Meire Santos inaugura na noite desta terça-feira (20) na Vila Cultural Cora Coralina. Meire convidou artistas, arquitetos e designers para revelarem seus próprios lobos em esculturas estilizadas que ficarão expostos até 31 de março.

A alcateia será leiloada e a verba, revertida para ações sociais. O evento faz parte das comemorações dos 33 anos de carreira da designer que adotou o cerrado como sua casa. Não percam !!

Revele Seu Lobo marca a comemoração dos 33 anos de carreira de Meire Santos

A exposição Revele Seu Lobo, idealizado por Meire Santos, é um projeto social escolhido para comemorar os 33 anos de carreira da designer

“Fazer o bem sem olhar a quem” foi o lema escolhido pela designer de interiores Meire Santos para direcionar o projeto social que marcará a comemoração dos 33 anos de sua carreira no design, completados em novembro de 2017.

Meire Santos é designer de interiores e também de móveis e aproveitou sua veia criativa para convidar outros designers e arquitetos brasileiros para criarem, junto com ela, esculturas de lobos-guarás estilizadas, chamados por ela de alcateia.

As esculturas do lobo-guará farão parte da exposição “Revele Seu Lobo” em cartaz entre os dias 19 a 31 de março na Vila Cultural Cora Coralina. Ao final da mostra, as esculturas serão leiloadas e o valor arrecadado, revertido em materiais para o Hospital Araújo Jorge, o Asilo Solar Espirita Apostolo Tome e o Asilo Solar Colombino.

A designer, que atuou grande parte da sua carreira no cerrado goiano, escolheu o lobo-guará para representar o sentimento que tem pela cidade. “Sou grata a essa cidade por tudo que proporcionou a mim, pessoalmente e profissionalmente. Essa é uma maneira de retribuir um pouco desse amor”, explicou Meire Santos.

Imagem: Meire Santos / Divulgação

Arquitetura na sétima arte

Netflix lança série britânica sobre arquitetura

O arquiteto Piers Taylor, na companhia da atriz Caroline Quentin, percorre várias países em busca de “A Casas Mais Extraordinárias do Mundo”, nova série sobre arquitetura lançada na plataforma da Netflix neste mês de março.

Não á a primeira vez que a Netflix produz uma série dedicada aos amantes da construção e decoração. Em 2017, a plataforma lançou a série Abstract, mais dedicada ao design do que à arquitetura propriamente dita.

A primeira temporada, que já está disponível para os assinantes, foi dividida em quatro episódios, cada um deles dedicado a mostrar construções fora do padrão em localidades distintas: montanha, floresta, litoral e subterrâneo.

Os apresentadores Caroline e Piers viajam para cada uma dessas propriedades e entrevistam os moradores e os arquitetos responsáveis pelas construções para lá de interessantes em episódios que duram cerca de uma hora. No Reino Unido, a série já está na segunda temporada, que deve chegar ao Brasil ainda este ano.

Abstracionismo: os mundos Possíveis de Hilma af Klint

Pinacoteca apresenta, pela primeira vez na América Latina, obras da abstracionista Hilma af Klint

O século 20 chegou para desconstruir muitas certezas que haviam sodo cunhadas nos séculos anteriores em diversos campos do saber. A fluidez de um tempo que passou a questionar o tempo passado veio para as artes com correntes que negavam o renascentismo e o realismo. Uma destas artes de vanguarda do início do século 20 foi o abstracionismo, responsável por priorizar as formas abstratas em detrimento da realidade.

Hilma af Klint foi uma das pioneiras do abstracionismo. Talvez por isto seu nome seja lembrado como uma das maiores representantes do movimento: a mãe do abstracionismo. Nascida em Estocolmo no ano de 1862, Hilma morreu em 1944, mas sua história não foi esquecida pela importante que tem no mundo da arte.

Como parte das comemorações pelo dia da mulher, a Pinacoteca de São Paulo abriu, no dia 03 de março, a exposição “Hilma af Klint: Mundos Possíveis”. A mostra traz, pela primeira vez, o trabalho da abstracionista para a América Latina.

Hilma af Klint estudou na Real Academia de Belas Artes, mas logo se distanciou do seu treino acadêmico para pintar mundos invisíveis, influenciada por movimentos espirituais como o Rosa-cruz, a Teosofia e, mais tarde, a Antroposofia.

A exposição inclui 130 obras, entre elas a série intitulada “As dez maiores”, realizada em 1907 e considerada hoje uma das primeiras e maiores obras de arte abstrata no mundo ocidental, já que antecede as composições não figurativas de artistas contemporâneos a af Klint como Kandinsky, Mondrian e Malevich.

A mostra da Pinacoteca tem curadoria de Jochen Volz, diretor geral da instituição, em parceria com Daniel Birnbaum, diretor do Moderna Museet, e é uma colaboração com a Hilma af Klint Foundation. “O trabalho de Hilma af Klint dialoga de certa forma com o sincretismo e a pluralidade de cosmovisões tão presente na cultura do Brasil. A serialidade encontrada em sua obra também aparece na arte brasileira, em especial no concretismo e neoconcretismo”, explica Volz.

“Hilma af Klint: Mundos Possíveis”

Quando: até 16 de julho de 2018
Onde: Pinacoteca Luz – Praça da Luz
Quarta a segunda-feira, das 10h00 às 17h30
Quanto: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)

Fonte: Pinacoteca São Paulo

 

Arquiteto projeta museu dedicado à espionagem

Renomado arquiteto britânico cria museu com experiência em técnicas de espionagem


Intelectuais apostam que estamos vivendo a sociedade de risco. Casa era é batizada com um nome específico, como a modernidade ou a contemporaneidade, e parece que estamos vivendo a crise. Este batismo se deve ao fato de que muito se pode fazer, tecnologicamente, e muito pouco se pode evitar. Pelo menos em termos de segurança. É por isto que a espionagem tem ganhado cada vez mais espaço no debate a na politica externa e David Adjaye está atento a isto.

David Adjaye, que se tornou Sir David Frank Adjaye após ser nomeado Cavaleiro de Sua Majestade pela a Rainha Elizabeth II, é um arquiteto britânico. No mundo da arte seu nome é um dos que comanda o  National Museum of African American History and Culture, em Washington, DC.

Agora o renomado arquiteto assina mais um projeto nos Estados Unidos: o museu dedicado à espionagem, Spyscape – localizado a dois quarteirões do MoMA, em Nova York. Para realizar o projeto, que tenta passar ao espectador a sensação de estar imerso em um mundo de espionagem, a equipe de David recebei o auxílio das principais agências de serviços de inteligência norte-americanas, bem como de hackers que trabalham com serviços de (contra) informação.

O museu trabalha com interatividade. Seus 5.574 metros quadrados são divididos em salas de interrogatório com detector de mentiras, inserção de códigos, testes de agilidade e até um túnel protegido por lasers que não podem ser tocados.

Wasabi e Hsiung: a união do design em Goiânia

Marca carioca Wasabi se reúne com Eleonora Hsiung em eventoem Goiânia

Eleonora Hsiung entrou no mundo do design e fez de seu nome uma importante marca de design de joias. Também fez de Goiânia um importante ponto de sua marca que recebe, neste fim de semana, outra jovem ousada, só que da moda. Em um encontro que acontecerá no espaço Eleonora Hsiung este sábado (17), das 9h às 16h, as joias se aliam às peças bem tropicais da marca carioca Wasabi, de Daniela Sabbag.

Enquanto Eleonora se formava em direito e seguia o curioso caminho de designer de joias – a designer passou uma temporada no exterior para realizar uma pós-graduação pelo Instituto Euoropeo de Design – Ana Wambier e Daniela Sabbag uniam seus nomes e criatividades na criação de uma das marcas queridinhas das cariocas mais irreverentes. Aliás, irreverente é uma palavra que descreve bem o trabalho de Eleonora. Não foi, portanto, sem razão esse encontro de amanhã.

Tanto nas joias quanto nas roupas a criação de Hsiung e Wasabi são de tirar o folego. Dessas vitrines que nenhuma mulher passa sem parar, ou para sem desejar. E essas vitrines se unem na tarde de amanha com um evento coroado pela nossa querida Maria Abadia Haich, convidada para ser embaixatriz do evento.

 

 

Wasabi e Hsiung: a união do design em Goiânia

A marca carioca Wasabi se reúne com Eleonora Hsiung em evento em Goiânia

 

Eleonora Hsiung entrou no mundo do design e fez de seu nome uma importante marca de design de joias. Também fez de Goiânia um importante ponto de sua marca que recebe, neste fim de semana, outra jovem ousada, só que da moda. Em um encontro que acontecerá no espaço Eleonora Hsiung este sábado (17), das 9h às 16h, as joias se aliam às peças bem tropicais da marca carioca Wasabi, de Daniela Sabbag.

Enquanto Eleonora se formava em direito e seguia o curioso caminho de designer de joias – a designer passou uma temporada no exterior para realizar uma pós-graduação pelo Instituto Euoropeo de Design – Ana Wambier e Daniela Sabbag uniam seus nomes e criatividades na criação de uma das marcas queridinhas das cariocas mais irreverentes. Aliás, irreverente é uma palavra que descreve bem o trabalho de Eleonora. Não foi, portanto, sem razão esse encontro de amanhã.

Tanto nas joias quanto nas roupas a criação de Hsiung e Wasabi são de tirar o folego. Dessas vitrines que nenhuma mulher passa sem parar, ou para sem desejar. E essas vitrines se unem na tarde de amanha com um evento coroado pela nossa querida Maria Abadia Haich, convidada para ser embaixatriz do evento.

 

 

Entre a arte e o design

Etel realiza exposição com obras do artista Veio e peças de mobiliário de Oscar Niemeyar


O design brasileiro ganhou uma forte representação em terras milanesas quando a Etel abriu sua primeira filial internacional na cidade italiana no final do ano passado. Segundo Etel Carmona, nome à frente da marca, a ideia era fazer do espaço da Etel em Milão uma espécie de embaixada do Brasil no intuito de mostrar “tudo que temos de mais rico”, em suas próprias palavras.

E ela está cumprindo com o prometido. Esta semana a loja foi transformada em uma espécie de galeria de arte com a mostra “Entre a arte e o design – Um diálogo entre as obras de Véio e Oscar Niemeyer”. A exposição fica aberta até o dia 30 de março fazendo um paralelo entre a obra do artista Cícero Alves dos Santos, conhecido por Véio, com o mobiliário de Oscar Niemeyer reeditado pela marca.

Veio é um nome de peso na cena da arte contemporânea nacional, tendo, inclusive, exposto seu trabalho na Itália antes, durante a Bienal Arte de Veneza no ano de 2015. A exposição conta com 12 esculturas criadas pelo artista a partir de pedaços de madeira.

Ao lado das linhas retas e sobreas de um dos mais importantes nomes do modernismo brasileiro e mundial, estão as formas orgânicas e as cores vivas do trabalho de Veio. A ideia é mostrar como a madeira, de diferentes formas, é um importante elemento para contar a história da arte e do design brasileiros.

Imagens: Divulgação