Sale AZ: sofás Neo e Sputinik

O sale do Armazém da Decoração ainda não acabou e o preço dos sofá está irresistível

Hoje o post também foi dedicado ao Sale AZ. A promoção está tão grande que atingiu os sofás Neo e Sputinik da Decameron. A marca de Marcus Ferreira é conhecida por produzir peças criativas e muito contemporâneas e essas características podem ser reconhecidas em Neo e Sputinik.

O Sofá Neo, em madeira maciça, foi criado com dois e três lugares com pés também em madeira. O valor da peça caiu de R$ 11.888,00 para R$ 9.000,00. Os satélites Sputinik serviram de inspiração para que o designer Marcus Ferreira produzisse o sofá de mesmo nome algumas décadas mais tarde.

O charme retrô do Sputinik mescla a linguagem própria do design dos anos 1950 ao utilizar a alfaiataria na costura das almofadas, o encosto em matelassê e as aplicações do botonê. A matéria prima da estrutura é a madeira chafrada com pés em metal que diferenciam o modelo dos outros sofás.

A sofisticação saia a R$ 15.888,00 na AZ Decor, mas agora está sendo vendida a R$ 11.000,00. O Sputinik, que faria parte com estilo do living da sua casa, possui uma extensão que faz a vez de uma mesa lateral. Tudo muito prático, tudo muito charmoso.

Espaço Deca da Casa Cor SP chama a atenção em projeto de Guilherme Torres

Guilherme Torres encantou o público da 28ª edição da Casa Cor São Paulo 2014 ao projetar o Espaço Villa Deca

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Já que apresentamos Guilherme Torres como um dos palestrantes do EARQ em nosso post de ontem, vou aproveitar a deixa para falar um pouco mais de seu talento… só que dessa vez o assunto em pauta foi seu talento exposto na 28ª edição da Casa Cor São Paulo 2014, que acabou no último fim de semana (20) no Jockey Club da capital paulista.

Primeiro, vale lembrar que o trabalho de Guilherme tem reconhecimento internacional. Viciado em arquitetura e design, Torres faz de sua profissão um hobby. “Work it harder, better, faster, make it over” é a citação que Guilherme tem tatuada em seu braço e estampada nas paredes de seu escritório em Londrina, deixando documentado o carinho pelo que faz.
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Guilherme Torres ganhou um espaço grande na mostra 2014 e o resultado foi um ambiente cheio de estilo e charme. As cores claras se destacam em todo o ambiente, mas a atenção do público fica toda na escolha dos objetos de decoração e os revestimentos de parede e teto. A iluminação pontual também deu ao Espaço Vella Deca muita elegância.

Com foco na integração entre forma e função, um destaque do espaço é o hamam turco, um formato de banho que usa de saunas, vapores e água quente. Os materiais utilizados no projeto são uma mistura criatova entre elementos estruturais expostos, materiais simples e muitas texturas, tendo como destaque um novo acabamento para réguas de bambu num tom cinza que forrou o teto, paredes e móveis, tudo reciclável e reaproveitável.

Só para lembrar, mas não é só de arquitetura que vive a criação de Guilherme Torres. O arquiteto é dono de uma bela e geométrica linha de móveis para casas e escritórios. Assim como seu trabalho como designer, Guilherme Torres criou tendência com um projeto autêntico e funcional.
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Fotos: Divulgação

Guilherme Torres encerra o EARQ em palestra no terceiro dia do evento

Guilherme Torres é mais um nome de peso confirmado como palestrante da quinta edição do Encontro de Arquitetura e Design – EARQ em setembro de 2014

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Arquitetura brasileira para o Século XXI
é o tema que Guilherme Torres escolheu para fechar o terceiro dia e o Encontro de Arquitetura e Design – EARQ 2014. O EARQ acontece entre os dias 16 e 18 de setembro deste ano no Centro Cultural Oscar Niemeyer e conta com uma programação cheia de jovens e experientes talentos da arquitetura e do design brasileiro. Guilherme Torres é um deles e foi confirmado como a ultima atração do evento!!!

Guilherme é um dos principais nomes do mercado nacional hoje. Seu destaque na arquitetura e no design saiu das fronteiras brasileiras e Torres conquistou uma extensa lista de prêmios ao longo da carreira. Suas criações conquistarem espaços em publicações especializadas em todo o globo. Imagens de seus projetos já foram vistos em revistas e sites de decoração na Sérvia, Ucrânia, China, EUA, Grécia, Turquia, Espanha, Suíça, Itália, Alemanha, Hungria e Londres, entre outros.
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Formado em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro de Estudos Superiores de Londrina – UNIFIL e pós-graduado em MBA Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas – FGV, Guilherme é dono de um estilo contemporâneo que foge dos padrões básicos da arquitetura e decoração. Na adolescência, iniciou sua trajetória como desenhista de um escritório de engenharia e depois ganhou o mundo. Em aproximadamente sete anos, sua carreira tomou rumos irreversíveis.

O Studio Guilherme Torres foi fundado em 2001 em Londrina, Paraná. No final de 2010, o Studio ganhou seu QG paulistano e em 2013, o escritório mudou para um charmoso prédio no bairro de Pinheiros. Volumes suspensos e linhas delgadas, com poucas e marcantes linhas são a marca registrada do arquiteto, que procura, em seus projetos, investigar os limites dos materiais com que trabalha. O equilíbrio é o ponto focal de suas experimentações projetuais, com a presença de elementos rústicos em residências ou branco absoluto em algumas obras comerciais.
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Outro lado de seu trabalho é o design de uma linha própria de mobiliários. Entre suas criações estão sofás e mesas. Suas peças também já conquistaram modernos até do outro lado do hemisfério, como a cantora pop, M.I.A. A artista adquiriu a icônica mesa Jet, com puro DNA Guilherme Torres, quando a viu durante uma pesquisa na internet. Coloridas, suas peças são a certeza de sua versatilidade, à prova de monotonia ou lugar comum. Ainda para este ano, o arquiteto prepara uma nova linha de objetos a ser lançada nos EUA e Europa.

Fonte: Revista Di Casa
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Casa Cor São Paulo 2014 e Sig Bergamin

A mostra Casa Cor São Paulo 2014 chegou ao fim, mas o Blog AZ não se esqueceu de dar destaque para alguns espaços criativos apresentados em sua 28ª edição

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A capital paulista se despediu ontem (20) da 28ª edição da mostra Casa Cor São Paulo 2014 e apresentou alguns espaços que merecem ser comentados pelo Blog AZ. A mostra, que aconteceu entre 27 de maio a 20 de julho no Jockey Club de São Paulo, abriu as portas para mostrar ao público 79 ambientes construídos com o tema morar bem.

O conceito gerou alguns ambientes bem criativos e inspiradores como a Casa de Campo projetada por Sig Bergamin. Com um espaço que pretende fugir aos padrões urbanos de arquitetura e design, o profissional conseguiu unir em um mesmo ambiente o toque retrô e contemporâneo. Muita plante e muita natureza!! Vasos de plantes estão espalhados por todo o ambiente, que ganhou também uma horta em seu espaço externo.
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Dentro da Casa de Campo o lema é conforto. Algumas peças tipicamente interioranas, como um banco de ovelha e chifres de veado, trazem ainda mais aconchego a um espaço especialmente acolhedor. A madeira também foi peça chave do projeto de Sig Bergamin. As paredes são revestidas de tábuas rusticas e, no centro da sala, o protagonista da decoração interna é uma lareira cercada de lenha seca.

“É um espaço cozy, como eu gosto de fazer, com cara de casa, decorada com itens com os quais eu adoro conviver”, contou Bergamin em entrevista para a Click Interiores. O ambiente de Bergamin abusa da integração. Da sala é possível conversar com o cozinheiro e ver de longe a televisão. Além de integrados, os espaços são super decorados. Muitos quadros e muitas estampas fecham com chave de ouro o estilo campo que o profissional se propôs em apresentar.

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Muti Randolph é presença confirmada no EARQ 2014

O incrível trabalho de Muti Randolph será debatido em sua palestra Tempoespaçosdurante a quinta edição do Encontro de Arquitetura e Design em setembro

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O Encontro de Arquitetura e Design – EARQ, que acontece entre os dias 16 e 18 de setembro de 2014, terá a presença mais que especial do arquiteto e artista Muti Randolph entre os seus palestrantes. Ao se deparar com o trabalho de Muti Randolph com certeza a palavra psicodelia virá à sua cabeça. O artista se baseia nas relações entre música e espaço em uma “manifestação da mente que produz efeitos profundos sobre a experiência consciente”, exatamente o conceito de psicodélico.

Durante o evento, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, o arquiteto vai falar um pouco mais sobre Tempoespaços – criando experiências imersivas e espaços que reagem ao som. Muti Randolph começou como designer gráfico e hoje é referência na criação de ambientes interativos e grandes instalações. Sua origem gráfica é visível na mistura entre o 2D e o 3D, o gráfico e o espacial muito presentes durante a trajetória do profissional.
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Mas é a relação com a quarta dimensão que recebe maior atenção em seu trabalho mais recente. Muti Randolph busca o dinamismo mesmo num meio, por tradição, fixo e permanente como a arquitetura. Além disso, a música e a arte do tempo sempre foram para ele uma influência e uma paixão. Não por acaso, a maior parte de seus trabalhos gira em torno de capas de disco, cenários de shows e projetos de casas noturnas.

O trabalho de Muti Randolph engloba todas as profissões que ele foi acumulando pelo caminho: engenheiro de iluminação, designer gráfico, cenógrafo e arquiteto. Por consequência disso, suas criações envolvem design, tecnologia, muita luz e música. Seu talento é inquestionável. E por este motivo ele entrou para o seleto hall de criadores do The Creators Project, que reúne mentes criativas de todo o mundo.

 Fonte: Revista Di Casa
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Design Lúdico: Castelo Rá-Tim-Bum é recriado em exposição no MIS

O Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo homenageia os 20 anos da estreia de Castelo Rá-Tim-Bum com megaexposição

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Vamos fazer nossa pausa semanal no design para abrir espaço para a agenda cultural, que chaga hoje cheia de magia. Há exatamente 20 anos a TV Cultura levou ao ar um programa que marcaria o imaginário lúdico de toda uma geração. Para celebrar a data, com o auxílio de todos os seus recursos tecnológicos, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo homenageia Castelo Rá-Tim-Bum, recriando todos os cômodos do palácio onde se passava a história de Nico, Zeca. Biba e toda a turma.

A mostra será a maior exposição já realizada pelo MIS e reunirá muitos efeitos especiais surpresas, tudo para mexer com o imaginário do público assim como fez o programa, que ficou no ar entre os anos de 1994 a 1997. “Na chegada, o público é recebido por um holograma do ator Cassio Scapin, o famoso Nino, e as falas mudam sempre. É possível visitar a mostra mais de uma vez e se deparar com novidades”, explica Marcelo Jackow, diretor da Case Lúdico, empresa responsável pela cenografia.

O diretor do museu, André Sturm, entrou em contato com o diretor e um dos idealizadores do programa, que ficaram surpresos com a homenagem. Em entrevista para a Folhapress, Cao Hamburger – criador do programa – afirmou que não imaginava que sua obra seria lembrada. Hamburger não interferiu na montagem da exposição. “É muito mais legal ver o ponto de vista deles. Pelo que soube, todos os envolvidos na produção eram telespectadores do programa, pessoas ideais para o trabalho.”

Com uma abordagem pedagógica, Castelo Rá-Tim-Bum alcançou índices de audiência jamais vistos em um programa educativo e ganhou, em 1997, um musical estrelado pelos atores do show televisivo. Na comemoração dos 20 anos de programa as atrizes Rosi Campos (Bruxa Morgana) e Angela Dip (Penélope) apresentarão, aos finais de semana, espetáculos teatrais. A megaexposição oferece também a oficina “Stop Motion: Ratinho Castelo Rá-Tim-Bum”, que leva o participante a conhecer melhor a técnica da massinha para animação.

Rosi Campos e Angela Dip não foram as únicas envolvidas no processo, o ator Sérgio Mamberti, que interpretou o Dr. Victor, vai ser a voz que guia os turistas pelo espaço. “Castelo Rá-Tim-Bum foi uma experiência extraordinária. Nem notamos que se passaram 20 anos e que muitas gerações nos acompanharam”, diz Mamberti.

(Foto: Letícia Godoy)

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Serviço

Mostra: Castelo-Rá-Tim-Bum
Data: De hoje a 12 de outubro
Local: Museu da Imagem e do Som. Av. Europa, nº 158, Jardim Europa, São Paulo. Tel.: (11) 2117-4777)
Visitas: De ter. a sex., das 12h às 21h. Sáb., das 10h às 22h. Dom. e fer., das 10h às 20h
Ingressos: R$ 30 (antecipado pelo site www.ingressorapido.com.br) e R$ 10, na bilheteria do museu, aberta de ter. a sex., das 12h às 21h30h; sáb. dom. e fer., das 11h às 20h30

(Foto:  Letícia Godoy)

(Foto: Letícia Godoy)

Mostra

A estreia da megaexposição é hoje, mas a organização do MIS divulgou algumas das surpresas que esperam os fãs do programa na mostra. Logo no hall do museu, o público verá uma maquete do castelo. À frente, as portas da mansão se abrem para o público explorar os 23 ambientes e 13 cômodos do programa de TV.

É na entrada da biblioteca que o público será recebido por um holograma de Nino (Cassio Scapin). Lá dentro, o Gato Pintado – responsável por cuidar da biblioteca na história – também se comunica com os convidados. Alguns dos livros são interativos, e outros podem ser retirados da estante.

Na cozinha, é permitido abrir as portas dos armários e encontrar fotos, bonecos e curiosidades do programa. Logo que se entra no ambiente, dá para sentir o cheirinho de café e, ainda, ver a máquina lava-louças, cheia de engrenagens, e em pleno funcionamento.

Um largo hall leva ao segundo andar da exposição. Basta se sentar em um banco mágico, que é girado por um controle remoto, para ter acesso ao quarto secreto de Nino. Como no programa, a parede do cômodo é cheia de colagens de quadrinhos.

No mesmo hall, há uma árvore, com o lustre das fadinhas e o ninho de passarinhos, onde é lembra do o quadro Que Som É Esse?. Ao subir as escadarias, uma “mágica” é realizada e todos “diminuem” de tamanho para entrar tanto no lustre, como dentro do ninho e tirar fotos com os ovos, relembrando imagens dos personagens que apresentavam os instrumentos musicais às crianças.
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E quando a arquitetura é um desserviço?

A arquitetura urbana quando projetada com foco na estética deixa valorizar as relações humanas

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O tema é polêmico e começou a ser estudado no início da década de 1990 com o nome “arquitetura hostil”. Hoje, esse tipo de arquitetura pode ser detectado em todos os centros urbanos. É aquele banco que não se pode sentar, aquele corrimão onde é desconfortável encostar e aquele jardim onde não se pode desfrutar. A arquitetura chamada de hostil visa manter a beleza dos espaços públicos, espantado seu público de lá.

A polêmica vem quando, de um lado, os defensores da arquitetura de integração divergem daqueles que acham que espaços públicos são feitos para serem apreciados, e para se apreciar não é possível usufruir. Essa história chamou a atenção na capital inglesa, quando a prefeitura encomendou bancos esculpidos em concreto cinza com a superfície inclinada e resistentes à pichações. Eles foram batizados de bancos Camden – nome do distrito londrino que inaugurou os assentos.

A ideia era tirar os skatistas do local, já que os bancos anteriores eram usados pelos amantes do skateboard para aperfeiçoarem suas manobras. Além dos bancos Camden, Londres – e muitas cidades brasileiras, claro! – andaram distribuindo em suas praças outras espécies de assentos que ficaram conhecidas como antimendigo. Neles, algumas pontas distribuídas como espetos impedem que as pessoas fiquem muito tempo sentadas e, consequentemente, que os mendigos se deitem.
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Segundo matéria publicada no jornal britânico The Guardian, os skatistas tentam subverter os bancos Camden fazendo aquilo que sabem melhor. “Hoje estamos mostrando que você ainda pode andar de skate aqui”, disse Dylan Leadley-Watkins para o jornalista do periódico. Os espetos foram removidos depois que uma petição online conseguiu 100 mil assinaturas fazendo com que o prefeito de Londres aderisse às críticas, mas a discussão ficou aberta.

Arquitetos colocaram na pauta o debate de que as cidades estão se tornando menos acolhedoras para certos grupos. Nessa lista entra também outros truques urbanos que influenciam o comportamento do cidadão como a pavimentação irregular e desconfortável e até circuito de auto-falantes com sonoras antiadolescentes: dispositivos mosquito que emitem sons irritantes de alta frequência que só os adolescentes escutam.

“Uma grande parte da arquitetura hostil é adicionada posteriormente ao ambiente da rua, mas é evidente que “quem nós queremos neste espaço, e quem nós não queremos” é uma questão consideradas desde cedo, no estágio do design”, disse em entrevista para o The Guardian o fotógrafo Marc Vallée, que tem documentado a arquitetura antiskate.

Em sua matéria, o jornal britânico lembrou a relação entre a arquitetura hostil e o desrespeito às diferenças sociais na fala de Rowland Atkinson, co-diretor do Centro para a Pesquisa Urbana da Universidade de York, que sugere que os espetos e a arquitetura relacionada são parte de um padrão mais abrangente de hostilidade e desinteresse em relação à diferença social e à pobreza produzida nas cidades. E você, o que acha dessa modalidade de arquitetura?
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EARQ traz Miguel Pinto para falar de Arquitetura Residencial

Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio, Miguel Pinto construiu uma linguagem mais autoral na elaboração de projetos residenciais

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O segundo dia de evento do Encontro de Arquitetura e Design 2014 (EARQ) será encerrado com a palestra do veterano Miguel Pinto Guimarães. O EARQ, que acontece entre os dias 16 a 18 de setembro no Centro Cultural Oscar Niemeyer, divulgou mais um nome de peso da arquitetura e Miguel vai abordar o tema “Arquitetura residencial”.

Miguel Pinto Guimarães é formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e montou, no ano de 2003, o Miguel Pinto Guimarães Arquitetos Associados, um escritório focado em atendimento personalizado com o cliente, desenvolvendo uma arquitetura autoral.
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Com uma arquitetura contemporânea, os projetos de Miguel desfilam uma linguagem moderna com o aproveitamento de espaço em ambientes amplos, onde a luz natural sempre é bastante explorada. O profissional aproveita a matéria prima natural desenvolvida com tecnologia de ponta.

Outra característica constante no trabalho do arquiteto é a busca por provocar sensações. Seus ambientes pretendem propor às pessoas não só uma experiência visual, mas também uma experiência sensorial, porque a arquitetura antes de ser vista, deve ser sentida. A equilibrada mistura entre a objetividade e a subjetividade de sua arquitetura levou o arquiteto a uma assumida descaracterização estilística.

A arquitetura de Miguel Pinto Guimarães busca objetivamente o bem estar e bem viver dos habitantes. O arquiteto utiliza sua criatividade para explorar ao máximo a intenção do cliente tanto na esfera individual, quanto na coletiva.
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Gilberto Elkis palestra no EARQ 2014

Debatendo um pouco mais sobre paisagismo e seus revestimentos naturais, Gilberto Elkis integra o time de palestrante do EARQ 2014

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Um dos maiores nomes do paisagismo brasileiro integra o time de palestrantes do maior evento de arquitetura e design do Centro-Oeste. É que o Encontro de Arquitetura e Design – EARQ 2014 confirmou a presenta de Gilberto Elkis que abordará o tema “Revestimentos naturais” durante o evento em setembro deste ano.

Gilberto trabalha com desenvolvimento, gestão e manutenção de projetos de design em espaços naturais e urbanos, utilizando a natureza como revestimento na decoração de um espeço. O profissional vai além da definição clássica do que é ser paisagista e por isso está há mais de 25 anos no mercado. Gilberto passou a ser reconhecido pela utilização das técnicas da topiaria – a arte de podar plantas em formas ornamentais.
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Os projetos do paisagista aguçam os cinco sentidos humanos por meio da natureza. “A configuração do desenho paisagístico leva em conta cada lugar, suas especificidades, o amplo ambiente, tudo que odora, exala as características pessoais de quem habita o espaço. O paisagista está entre o artesão e o artista.”, afirmou Gilberto em entrevista para a Revista Di Casa.

Ao pensar na harmonia entre o espaço a ser projetado e o desejo de seu cliente, Gilberto Elkis imprime sempre sua marca – a versatilidade. “O meu estilo é na realidade uma mistura de diversas escolas em que me inspiro – a francesa, a inglesa, a japonesa, a italiana”, explicou o paisagista.

Em seus projetos, é possível identificar a busca pela liberdade natural do jardim, onde as plantas adquirem volumes e formas diversas espontaneamente, ao mesmo tempo em que também se percebe a simetria e as características geométricas que o grande paisagista do barroco francês, Andre Le Nôtre, utilizou nos jardins de Vaux-le-Vicomte e do Palácio de Versalhes. A tradução do que o criador já viveu e experimentou ao longo de sua carreira resultam em uma bela síntese de estilos.

Fonte: Revista Di Casa
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O sétimo Continente

A artista Fernanda Valadares mostra espaço para falar de tempo na exposição “O Sétimo Continente” em cartaz na Zipper Galeria, em São Paulo

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Transcender a forma e a técnica para questões que beiram a metafísica e a política. É com esse propósito que a artista Fernanda Valadares convida o público a desacelerar e escutar o silêncio na exposição O Sétimo Continente, que acontece entre 14 de junho e 9 de agosto no piso superior da Zipper Galeria, em São Paulo.

A tecnologia tem possibilitado a circulação de um volume cada vez maior de informações a uma velocidade que cresce também em escala progressiva, colocando o mundo em estado de constante aceleração. Em busca de outra relação com o tempo e o espaço, seja partindo de amplos horizontes ou de planos construídos, que Fernanda vive sua arte. Fernanda Valadares nasceu em São Paulo, mas vive e trabalha atualmente em Porto Alegre, onde é mestranda em Poéticas Visuais pelo PPGAV/UFRGS.

Em “O Sétimo Continente”, os segundos prometem se alargar. A artista se debruça sobre a matéria para fundir camadas de cera. Ainda que se enxergue como pintora e faça da encáustica seu principal meio e suporte, nesta mostra ela nos possibilita uma imersão num universo mais amplo da sua produção.

Madeira e papel em sua condição de matéria adquirem simbolismos e nos mostram uma artista cuja reflexão poética e imagética explora o limiar entre a complexidade e a simplicidade. “Fernanda mostra-nos espaço para falar de tempo. E falando de tempo nos faz vivenciá-lo, pois somente assim podemos experienciar sua obra”, enfatiza a curadora Bruna Fetter sobre o trabalho da artista.

Serviço

Onde: Rua Estados Unidos nº 1494 São Paulo – Brasil
Quando: De 16 de Junho a 9 de Agosto, 2014.
Segunda a sexta das 10h às 19h.
Sábado das 11h às 17h.