Street Art na Armazém da Decoração

Os desenhos dos artistas de rua passam uma temporada ilustrando a faixada da loja da Armazém da Decoração em Goiânia

217614_1975599107499_1168716355_2336385_5914568_n
Migrando das ruas para as galerias, os grafiteiros goianos fizeram um nome no mundo da arte. Seus sprays estampam as paredes e muros da cidade em desenhos e ilustrações com algo a dizer. Foi assim que três desses nomes colocaram suas emoções nas paredes da Armazém da Decoração. A instalação da faixada da loja na Rua 90 no Setor Sul, criada por Mateus Dutra, Ebert Calaça e Santhiago Selon, já foi desmanchada, mas cumpriu seu objetivo de difundir a arte em todas as suas formas.

Mateus Dutra é artista plástico e divide seu trabalho entre o desenho, a ilustração, as artes gráficas e plásticas, usando como suporte para sua obra a tela, o papel e também a cidade. Interferindo no desenho das paisagens, Mateus já divulgou seu trabalho em Barcelona, Huesca, Alcobendas e Bilbao (Espanha), Estocolmo (Suécia), Linz (Áustria) e Hanoi (Vietnam) e inúmeras cidades brasileiras.

Santhiago Selon, ou somente Selon como é conhecido, teve contato com a pichação em meados dos anos 90, e encontrou nessa técnica um meio de difundir a arte. “Busco cativar o interesse pela arte assim como sua democratização, ao inseri-la no espaço publico”, explica o grafiteiro. Hoje o artista expõe seu trabalho em diversas cidades do país por meio de intervenções, grafites, pintura mural, telas e objetos.

Adepto do grafite, Ebert Calaça alia sua técnica à pintura tradicional utilizando tinta acrílica, látex, spray, carvão, pincel e rolinho. O artista transporta para as telas brancas o trabalho que faz nas paredes sujas. A arte de Mateus Dutra, Ebert Calaça e Santhiago Selon é mais um reflexo da importância da Street Art para Goiânia e o espaço que ela vem ganhando na cena artística nacional. Para o post de hoje, o Blog AZ relembra o trabalho desses artistas na faixada da nossa loja.

293614_2029643866059_1392976377_31821610_932936174_n

O mundo pelas lentes de Sebastião Salgado

O economista Sebastião Salgado viajou o mundo com sua câmera na mão e se tornou um dos maiores fotógrafos dos últimos tempos

 

Foto: Sebastião Salgado por Bruna Prado

Foto: Sebastião Salgado por Bruna Prado

Da economia à arte. Foi esse o percurso trilhado por um dos fotógrafos mais respeitados da atualidade. Cidadão do mundo, Sebastião Salgado nasceu em Aimorés, interior de Minas Gerais, no ano de 1944 e seguiu seu caminho esperando se tornar um economista. Com graduação e pós-graduação na área, Sebastião se mudou para Paris, onde atuou como economista e acabou se tornando fotógrafo.

Em seus primeiros anos no Velho Continente, Sebastião começou a trabalhar na Organização Internacional do Café, uma organização de países membros destinada a gerenciar a produção e consumo do café. Como economista formado, viajou com a OIC e aproveitou as visitas a regiões extremas para fazer algumas fotografias. Seu hobby virou profissão que virou arte.

Sebastião cruzou o mundo a procura do mundo. O fotógrafo viajou para mais de 100 países entre os anos de 2004 e 2012 visitando regiões como o Alasca, a Patagônia, a Etiópia e a Amazônia. Seu trabalho pretendia “registrar a majestade e a fragilidade da natureza, assim como sua relação com o homem e os animais”, segundo apresentação em um de seus livros.

“A gente precisa aprender a respeitar e viver de uma forma mais doce. A nossa espécie tomou o planeta como se fosse só dela, como se as outras espécies fossem suas escravas”, explicou Sebastião sobre a abordagem de sua fotografia. Autor de vários livros como Outras Américas (1986), Sahel, l’Homme endétresse (1986), Trabalhadores (1993), Terra (1997), Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo (2000) e África (2007), Sebastião é Embaixador de Boa-Vontade para UNICEF e membro honorário da Academy of Arts and Science dos Estados Unidos.

Ganhador de inúmeros prêmios e autor de incríveis exposições, o fotógrafo trabalhou para as renomadas agências Sygma, Gamma e Magnum Photos até 1994 quando, junto com sua mulher Lélia Wanick Salgado, fundou a agência de imprensa fotográfica Amazonas images, exclusivamente devotada à seu trabalho.

Como foi simplesmente impossível escolher para o nosso post, dentre as fotos de Sebastião, as mais belas, fiquem com algumas demonstrações da incrível e inquietante obra de Sebastião Salgado.

Livro Gênesis 4 - Sebastião Salgado Livro Gênesis 3 - Sebastião Salgado Livro Gênesis 2 - Sebastião Salgado Livro Gênesis 1 - Sebastião Salgado Livro Africa 1 - Sebastião Salgado

 

“Projeto Seringueira”: um pouco de arte para a madeira da borracha

Cinco designers de peso, em parceria com a madeireira Madeibor, criaram o Projeto Seringueira para produzirem peças de mobiliário com matéria prima inédita no Brasil

seringueira
Foi com o conceito do “Projeto Seringueira” que as mentes criativas de Paulo Alves, Fernando Jaeger, Zanini de Zanine, André Cruz e dos irmãos Sergio Fahrer e Jack Fahrer pretendem explorar todo o potencial da madeira da seringueira cultivada, uma das árvores nativas mais importantes da história do nosso país. Com o projeto, os designers pretendem criar seis peças assinadas com a utilização da madeira que serão apresentadas para os lojistas entre os dias 12 e 15 de fevereiro na Marcenaria São Paulo.

Fomentadores do uso ecologicamente correto de materiais orgânicos, Sérgio e Jack Fahrer fazem parte de um grupo de designers que na década de 1990 trabalhou difundindo o selo do FSC (Forest Stewardship Council) no Brasil, que certifica toda cadeia de custódia de extração e comercialização da madeira. “O intuito deste projeto é promover o uso da seringueira, estimulando o reaproveitamento desta espécie de árvore e evitando o desmatamento e extinção de outras espécies ameaçadas”, revelam.

De origem amazônica, a árvore seringueira é usada para a produção de látex e borracha em ciclos de vida que podem durar até 35 anos. Quando seu ciclo chega ao fim, as seringueiras são cortadas para darem espaço a novas mudas. Ou seja, de um produto florestal estabelecido como não madeireiro, onde o objetivo principal é a extração do látex, nasce uma nova fonte de madeira que, além de linda, é ecologicamente sustentável.

Cada designer deu seu toque pessoal à madeira, Paulo Alves, à frente do projeto, explica que por se tratar de uma nova opção de madeira para mobiliário, decidiu trabalhar com o material bruto. “Gosto de explorar o material de várias maneiras para descobrir suas possibilidades”, relata. O resultado dessa exploração é uma namoradeira onde “é possível ver um pedaço da tora em seu estado bruto somente tirando a casca e aproveitando a própria superfície macia do tronco. Nas extremidades da peça é possível ver todos os anéis de crescimento da árvore, sendo que cada um corresponde ao ciclo de um ano que ela passou plantada”, explica Alves.

André Cruz, por outro lado, optou trabalhar com a mistura de materiais. “Usei o concreto, pois vi similaridade com o processo de extração do látex que é líquido ao ser extraído e depois se torna sólido através de diversos processos. Esse material também é inicialmente uma massa líquida, que pode se transformar no shape que quiser”, conta.

O mercado de mobiliário confeccionado com esta madeira já foi estabelecido, há mais de 20 anos, em países asiáticos como a Tailândia, Malásia, Indonésia e Vietnã, tradicionais produtores de borracha natural com imensas áreas dedicadas ao cultivo de seringueira. As árvores chegaram ao continente por meio de sementes recolhidas pelos Ingleses, na Amazônia, ainda no século XIX, e levadas para a Ásia em uma época em que o Brasil era o único produtor de borracha do mundo.

Esse deslocamento fez com que a cultura da seringueira perdesse espaço no Brasil. “Hoje ainda importamos a borracha natural porque temos uma produção muito abaixo do que consumimos. Uma ironia para um país que detinha a produção total do látex”, afirma Fernando Genova idealizador do projeto e presidente da Madeibor, madeireira especializada no plantio e extração da seringueira.

seringueira (1)

Sofá Franco / Sérgio Rodrigues

Com traços simples e sofisticados, Sérgio Rodrigues criou em 1960 mais um clássico de seus móveis modernos

Sofá Franco
Em meio à influência do Pop Art e do exagero de tamanhos e cores emergiu do design da década de 1950 o trabalho moderno e marcante do grande designer brasileiro Sérgio Rodrigues. A classe média aderiu a um novo estilo de mobiliário, que significava um estilo de vida moderno e dinâmico. Foi com esses conceitos que grandes nomes fizeram belas peças neste período. O arquiteto Sergio Rodrigues é um deles.

Em 1960 o arquiteto desenhou, com traços simples e sofisticados, o Sofá Franco. Esculpido em madeira maciça com braços em linhas retas e livres, o sofá é acabado com largos estofados em cores claras. Sem o exagero, sem o rococó, o sofá foi o nascimento de um clássico moderno que, lado a lado com outras peças de Sergio, começou a modificar o mundo do design.

foto

 

Poltrona Brasiliana / Jorge Zalszupin

Mais uma reedição de sucesso da Etel Interiores, a Poltrona Brasiliana foi criada em 1965 por Jorge Zalszupin

Detalhers Brasiliana
Um acaso de sorte, principalmente para os amantes do mobiliário brasileiro, uniu Etel Carmona e Jorge Zalszupin transformando Jorge em parte essencial do corpo de designers e reedições da marca de Etel. Para a designer, reeditar é uma questão de princípio, “quando reeditamos tornamos vivo o móvel, em uma linha do tempo desfeita propositalmente”, revelou a designer em um texto sobre sua parceria com o polonês Jorge Zalszupin e as reedições do seu trabalho.

O Design é Meu Mundo passeia hoje por mais uma dessas belas peças do designer polonês para a brasileira Etel Interiores. Criada em 1965, a Poltrona Brasiliana foi uma homenagem de Jorge à nova capital brasileira. Dona de formas harmônicas, da poltrona foi possível desenvolver um sofá de mesmo design.

Confeccionada à época em jacarandá, a Brasiliana foi o traço de modernismo que Jorge Zalszupin deu ao mobiliário brasileiro com o objetivo de fazer com que as peças seguissem o estilo de sua arquitetura ímpar. As curvas simples e delicadas da poltrona ganharam em 2013 uma nova edição da Etel Interiores que chegou com exclusividade a Goiânia na loja da AZ.

 

Sofá Brasiliana

Sofá Brasiliana

Poltrona Brasiliana

Poltrona Brasiliana

 

Pelos muros da capital

Por diversão ou arte, os street artists de rua colorem os muros da capital

Marginal Bota Fogo

Marginal Bota Fogo

O começo foi tímido, mas pouco a pouco a capital foi ficando colorida. As paredes e muros escondidos eram os antigos alvos dos artistas de rua, hoje, seus trabalhos podem ser vistos nas regiões mais badaladas da cidade e até em prédios públicos.

Em 2012 a Secretaria Municipal de Defesa Social (Semdef), em parceria com a Prefeitura de Goiânia, convidou 20 grafiteiros para desenharem os muros da Semdef em comemoração à semana do grafite. Na época o secretário municipal de Defesa Social, Allen Viana, explicou que o objetivo do projeto era incentivar a conservação do patrimônio e utilização do grafite como forma de manifestação artística e não de depredação dos prédios da cidade. A Semdef não é a única. Os grafites podem ser vistos em outros prédios oficiais da cidade, como o da Faeg na Avenida 87 e até nas paredes internas do prédio da Justiça Federal.

Por Santhiago Selon

Por Santhiago Selon

Por Santhiago Selon

Por Santhiago Selon

Segundo alguns historiadores da arte contemporânea, a street art chegou a Goiânia juntamente com o maior acidente radiológico do mundo, o césio 137. Foi nessa época que surgiu o Pincel Atômico, formado por Nonatto Coelho de Oliveira e Edney Antunes. A dupla descobriu o spray após um encontro com o grafiteiro Alex Vallauri, em São Paulo, e viu aí uma possibilidade de fazer arte, que a princípio eram pinturas irônicas relacionadas ao acidente com o césio.

Os grafiteiros encontraram nas ruas o espaço ideal para manifestarem sua arte e no fim da década de 1980 começaram a pintar grandes baratas nos principais prédios públicos da capital – segundo a lenda, a barata é o animal que não morre com a exposição à radiação. O grupo Pincel Atômico se desfez nos anos 1990, mas a cena grafiteira goianiense permaneceu ativa. Por diversão ou com intenções estéticas, os jovens da cidade não perderam o fio da meada desde os primeiros trabalhos da dupla Edney e Nonatto.

Entre esses garotos com spray nas mãos e uma ideia na cabeça, alguns se destacaram. O goiano Kboco, que vive em São Paulo há quase dez anos, fez nome e já expôs seu trabalho individual na Art Basel da Suíça, maior feira de arte do mundo. Continuam no centro-oeste alguns nomes que transitam entre as ruas e as galerias como Mateus Dutra, Santhiago Selon, Wés, Ebert Calaça, André Morbek, Oscar Fortunato e outros.

Para mostrar a força desse trabalho artístico em nossa capital, o Blog AZ continua na próxima semana nossa série de reportagens sobre a Arte Urbana entrevistando alguns desses artistas e mostrando seus trabalhos. Aguardem…
Street Art in Goiania Goias Brazil-02_Go Goiano_ AnW07 Street Art in Goiania Goias Brazil_Go Goiano - AnW07 selon

 

A obsessão que virou arte

A artista japonesa Yayoi Kusama transformou suas alucinações em exposições artísticas que lhe renderam prêmios em todo o mundo

Yayoi-Kusama.-Filled-with-the-Brilliance-of-Life
Percorre pelo Brasil desde o ano passado a exposição da artista japonesa Yayoi Kusama Infinite Obsession (Obsessão Infinita) que em fevereiro viaja para mais perto da capital goiana. A mostra chega a Brasília no próximo dia 19 de fevereiro no Centro Cultural Banco do Brasil e espera superar o sucesso da sua passagem pelo Rio de Janeiro, que registrou público médio de nove mil pessoas por dia.

Nascida em 1929, Yayoi Kusama se mudou para Nova York no fim década de 1950 onde trabalhou com figuras como Donald Judd, Andy Warhol, Claes Oldenberg e Joseph Cornell. Uma artista completa, a japonesa conquistou a cena mundial de arte contemporânea com performances, videoarte, filmes, pintura, desenho, escultura, instalação, moda, poesia, ficção e happenings, transformando os lugares onde passava em telas em branco prontas para receberem sua arte.

Vítima de alucinações, Yayoi transformou suas obsessões em exposições artísticas. Suas obras são marcadas pelas repetições de pontos e elementos, como se a artista quisesse compartilhar suas alucinações com o resto do mundo. Em 1973 Yayoi retornou ao Japão e, atualmente, vive voluntariamente em uma instituição psiquiátrica.

A exposição brasileira, produzida pelo Instituto Tomie Ohtake em colaboração com o estúdio da artista, traz cerca de 100 obras das últimas sete décadas de seu trabalho. São vídeos, pinturas, esculturas, quadros, arquivos de reportagens de jornais e instalações interativas que mostram ao público o belo e inquietante trabalho da artista.
Yayoi Kusama para Louis Vuitton

Obsessão Infinita por Yayoi Kusama

Período: de 19 de fevereiro a 27 de abril de 2014
Horário: de quarta a segunda, das 9h às 21h
Local: CCBB – SCES Trecho 2 – Brasília/DF
Curadoria: Philip Larratt-Smith e Frances Morris
Entrada franca

yayoi-kusama-in-yellow-tree-furniture1_0 portrait-yayoi-kusama-640x423

Cadeira Yoná / Estúdio Bola

Nova coleção do Estúdio Bola chega em 2014 com belas peças, como a Cadeira Yoná

Cadeira Yoná
As parcerias entre Flávio Borsato e Maurício Lamos sempre foram sucesso, desde que montaram juntos o Estúdio Bola há mais de 10 anos. Com a Cadeira Yoná não poderia ser diferente. Novidade do atelier de Borsato e Lamos, a Cadeira Yoná faz parte da nova coleção de 2014 e está chegando com exclusividade para a Armazém da Decoração.

Cadeira giratória de base fixa, a Yoná foi projetada em metal com estofado de couro captonado. Direto do Design é Meu Mundo desta terça-feira para a mesa do seu escritório, com muito charme e elegância.

Cadeira Yoná 1

Design Único

O design inovador e inédito das criações do estúdio Fetiche Design dos paranaenses Paulo Biacchi e Carolina Armellini

Fetiche Design para a coleção YAWANAWÁ

Fetiche Design para a coleção YAWANAWÁ

Fetiche é a palavra certa para designar os móveis criados pela dupla Paulo Biacchi e Carolina Armellini. O casal se conheceu há 12 anos na Universidade Federal do Paraná e comanda junto o estúdio Fetiche Design para Casa desde 2007. O desenho e o design ímpar dos objetos da Fetiche buscam referências e significados além do formal e funcional das peças. Carolina e Paulo procuram a história por trás dos produtos, o que torna seus designs realmente inéditos.

“Design é processo, a inspiração não surge do nada, ela vem de um trajeto”, explicou Paulo Biacchi em entrevista para um blog de decoração. Hoje o escritório atua com excelência no mercado se destacando pela inovação, ineditismo e capacidade técnica na solução de problemas. A Fetiche Design tem trabalhos nos mercados moveleiro, de iluminação e acessórios para casa.

Fetiche Design para a coleção YAWANAWÁ

Fetiche Design para a coleção YAWANAWÁ

A mistura de material é uma característica da Fetiche. O trabalho é o meio termo entre o design e a arte, e as peças se materializam de todas as formas e meios possíveis, desde o tecido até o couro. Para Paulo a empresa visa buscar sempre o novo. Muitos dos projetos são vistos como ditadores de tendência. Em 2012 um automóvel conceito lançado pela empresa Renault de Paris usou uma das criações do estúdio Fetiche como referencia para o projeto.

“A gente começou com um design bem conceitual, bem diferente e isso acabou focando mais no público A, mas hoje a gente já recebe convites de empresas que atuam em outro mercado então a gente já consegue movimentar no mercado de forma bacana”, conta Carolina Armellini que, junto com Paulo, coleciona parceria e assina coleções para diversas marcas, como Florense, Tok&Stok, La Lampe, Schuster, Artimage, Museu de Arte Moderna de SP, Holaria Cerâmica, e a multinacional Schattdecor, entre outras. Em Goiânia, a Fetiche está na AZ.

Fetiche Design para a Coleção TROPICÁLIA

Fetiche Design para a Coleção TROPICÁLIA

Fetiche Design para a Coleção TROPICÁLIA

Fetiche Design para a Coleção TROPICÁLIA

Fetiche Design para a coleção SOPRO

Fetiche Design para a coleção SOPRO

Fetiche Design para a coleção SOPRO

Fetiche Design para a coleção SOPRO

 

Sofá Magic Hole / Philippe Starck

Inspiração em plástico para sua varanda é só na Kartell

1011192_641282885913555_2115457950_n
Mais uma inspiração de plástico para a decoração da sua varanda invade a seção Design é Meu Mundo desta sexta-feira. Criada pelo designer francês Philippe Starck para a Kartell, a linha Magic Hole foi fabricada seguindo a técnica da rotomoldagem, que é um processo industrial de transformação dos termoplásticos.

Composta de um sofá de dois lugares e uma poltrona, a família Magic Hole tem algo em comum: um charmoso buraco na ponta do braço delicadamente colorido. As superfícies lineares da peça terminam em curvas bem arredondadas e a austeridade das linhas é quebrada e reforçada pela originalidade dos detalhes estilísticos.

Muito estilo e cor é o segredo do sucesso da Kartell e a linha Magic Hole segue essa tendência. Nos tons de cinza, branco e preto, o toque final fica por conta do “Buraco Mágico” de seus braços, fluorescentes de laranja ou verde. Confortável, leve, resistente ao choque e à prova de intempéries, o sofá Magia Hole e poltrona são perfeitos para uso ao ar livre, principalmente nessas tardes quentes do verão brasileiro.

família magic hole Magic Hole